Sejam bem vindos ao mundo da Fìsica!

sexta-feira, 25 de maio de 2012

FELIZ DIA DA TOALHA!

Um blog voltado para coisas científicas (nerds) não poderia deixar este dia tão importante passar em branco...

Por isso segue aí algumas explicações, citações, colocações, notificações, pontos importantes sobre este dia tão interessante!
Fig. 1: Infográfico da toalha

Como já dizia o Guia do Mochileiro das Galáxias:

"A toalha é um dos objetos mais úteis para um mochileiro interestelar. Em parte devido a seu valor prático: você pode usar a toalha como agasalho quando atravessar as frias luas de Beta de Jagla; pode deitar-se sobre ela nas reluzentes praias de areia marmórea de Santragino V, respirando os inebriantes vapores marítimos; você pode dormir debaixo dela sob as estrelas que brilham avermelhadas no mundo desértico de Kakrafoon; pode usá-la como vela para descer numa minijangada as águas lentas e pesadas do rio Moth; pode umedecê-la e utilizá-la para lutar em um combate corpo a corpo; enrolá-la em torno da cabeça para proteger-se de emanações tóxicas ou para evitar o olhar da Terrível Besta Voraz de Traal (animal estonteantemente burro, que acha que, se você não pode vê-lo, ele também não pode ver você – estúpido feito uma anta, mas muito, muito voraz); você pode agitar a toalha em situações de emergência para pedir socorro; e naturalmente pode usá-la para enxugar-se com ela se ainda estiver razoavelmente limpa.

Porém o mais importante é o imenso valor psicológico da toalha. Por algum motivo, quando um estrito (isto é, um não-mochileiro) descobre que um mochileiro tem uma toalha, ele automaticamente conclui que ele tem também escova de dentes, esponja, sabonete, lata de biscoitos, garrafinha de aguardente, bússola, mapa, barbante, repelente, capa de chuva, traje espacial, etc, etc.

Além disso, o estrito terá prazer em emprestar ao mochileiro qualquer um desses objetos, ou muitos outros, que o mochileiro por acaso tenha “acidentalmente perdido”. O que o estrito vai pensar é que, se um sujeito é capaz de rodar por toda a Galáxia, acampar, pedir carona, lutar contra terríveis obstáculos, dar a volta por cima e ainda assim saber onde está sua toalha, esse sujeito claramente merece respeito"


Ergam seus polegares e tragam suas toalhas, pois iremos dar uma volta neste imenso universo Douglas Adams'niano!

Se analisarmos o dia de hoje: 25/05/12 atentamente podemos perceber que:
25 + 05 + 12 = 42. O.o

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Como colonizar a Galáxia em 16 lições

Pioneiro da astronáutica e da exploração espacial, antes mesmo da criação de foguetes, o russo Konstantin Eduardovich Tsiolkovsky publicou esse roteiro para a colonização do espaço em 1926

1. Criação de aeronaves-foguetes com asas
2. Aumento progressivo da velocidade e altitude dessas aeronaves
3. Produção de verdadeiros foguetes, sem asas
4. Capacidade de pousar na superfície do mar
5. Alcançar a velocidade de escape (cerca de 8 km/s) e lançar o primeiro voo em órbita da Terra
6. Ampliar a duração dos voos de foguetes no espaço
7. Uso experimental de plantas para produzir uma atmosfera artificial em espaçonaves
8. Uso de trajes espaciais pressurizados para atividades no exterior de espaçonaves
9. Construção de estufas orbitais para plantas
10. Construção de grandes hábitats orbitais ao redor da Terra
11. Uso de radiação solar para produção de alimentos, aquecimento das moradias espaciais e para transporte através do Sistema Solar
12. Colonização do Cinturão de Asteroides
13. Colonização de todo o Sistema Solar
14. Conquista da perfeição individual e social
15. Após a superpopulação do Sistema Solar, colonizar a Via Láctea
16. Quando o Sol começar a morrer, as pessoas que permanecerem no Sistema Solar mudam-se para outros sois.

Conscientemente ou não, até agora seguimos seus conselhos. Já cumprimos, meio que toscamente, 7 dos primeiros passos (precisamos utilizar logo as plantas como fonte de oxigênio). As cinco primeiras etapas foram cumpridas com grande rapidez, mas logo empacamos no passo 6 que tem sido cumprido de modo excessivamente cauteloso e parece bastante atrasado.

A exploração dos asteróides, anunciada recentemente pela empresa Planetary Resources pode ser um negócio precipitado. De acordo com Tsiolkovsky, esse seria o 12º passo e deveria ser tentado apenas depois de conseguir sucesso a construção de diversas estações espaciais, de prolongadas permanências no espaço e do uso da energia solar para sustentar todos os sistemas de sobrevivência fora da Terra. Nada disso foi conseguido e pode ser que o programa da Planetary Resources falhe por não seguir o roteiro de vovô Tsiolkovsky.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Química galáctica revela composição e idade das estrelas


Fig. 1: Dr. Prof.  Walter J. Maciel
Atestado de Físico pela foto
Assim como o vento sopra a poeira na Terra, os ventos estelares sopram matéria para fora das estrelas ao longo da vida desses astros. O vento estelar interessa aos astrônomos porque é um fenômeno preliminar do que vai ocorrer no fim da vida da estrela. Esse vai-e-vem dos elementos no meio interestelar compõe uma área de estudos conhecida como evolução química das galáxias.
Esse estudo, de como os elementos químicos mudam com o tempo e com a posição dentro das galáxias, é o tema de interesse de um grupo de pesquisadores brasileiros, coordenado pelo professor Walter Junqueira Maciel, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP. Este professor é mais um físico mineiro, ele nasceu na cidade de Cruzília.

O foco do projeto são as estrelas centrais das nebulosas planetárias. "As mudanças vão depender da evolução com o tempo. Então, precisamos saber qual é a idade delas. Estamos calculando as variações da composição química, mas precisamos saber a que época da vida da galáxia elas se aplicam", disse Maciel.

"A composição química atual da Via Láctea é diferente de 5 bilhões ou de 10 bilhões de anos atrás. Precisamos estudar objetos que tenham idades correspondentes a cada uma das fases da vida da galáxia e, para isso, é preciso calcular as idades de cada objeto em estudo", explicou.


Fig. 2: Vento Estelar
VENTOS ESTELARES

As estrelas centrais de nebulosas planetárias estudadas pelo grupo do IAG são fases muito evoluídas da vida de estrelas como o Sol. Ao observar essas estrelas, os pesquisadores obtêm informações que ajudam a testar e aperfeiçoar modelos de evolução e de estrutura de estrelas já descritos pela ciência.

Fig. 3: Graziela R. K. Rodrigues 
"Elas já perderam todo o 'envelope', isto é, a nebulosa planetária que estava ao redor delas. O que mostram agora em sua superfície é a composição química que antes ficava dentro da estrela, algo que não conseguimos enxergar", explica Graziela Roswitha Keller Rodrigues. O trabalho de Graziela consiste em descobrir a composição química dos ventos estelares e qual a influência dessa composição no processo de perda de material estelar.

A perda de material por meio dos ventos estelares se relaciona com a luminosidade das estrelas e, basicamente, é a decomposição da luz, por meio de espectroscopia, que conta do que uma estrela é feita. Com isso, os cientistas calculam a metalicidade, ou seja, quais os elementos químicos a formam e em que quantidade. Esses dados podem ser usados para estimar a idade das estrelas.

Uma hipótese científica para explicar os ventos é a pressão de radiação: a luz gera uma pressão, empurrando o material das camadas mais externas da estrela. "Dependendo do elemento químico que estiver naquele material, a luz vai empurrar menos ou mais vento. Se soubermos quais são os elementos químicos presentes, podemos dizer se um modelo é capaz de gerar ou não a perda de massa que a gente observa", disse Graziela.

Baseado no artigo de Janaína Simões
Fonte: Inovação Tecnológica

terça-feira, 8 de maio de 2012

Como funciona a Tecnologia 3D?

Fig. 1: Tecnologia 3D avançada (O Chamado)

Hoje em dia ouve-se muito falar da tecnologia 3D muito utilizada em filmes, games, agora televisões empregando este processo, mas afinal o que é a tecnologia 3D?

A realidade em três dimensões teve seus princípios de criação e suas primeiras experiências a mais de meio século. Para se ter uma ideia em 1952, nos Estados Unidos, foi exibido o primeiro filme em 3D nos cinemas. Claro, que nada como é nas modernas salas de hoje em dia, mas a experiência de ter a impressão de ver as imagens saindo da tela, ainda que precária, causou furor no público.

Assim, durante toda a década outras experiências foram feitas, mas à época as prioridades eram outras. Era preciso aprimorar o som, o formato de exibição de imagem, reformar as salas de cinema e aprimorar os óculos 3D que, além de ser desconfortáveis, causavam dor de cabeça e enjoo em algumas pessoas.

Mas afinal, como é feito o 3D e por que vemos em três dimensões? Você me perguntaria de novo...

Fig. 2: Imagem antes estereoscopizada
A terceira dimensão não existe, é apenas uma ilusão da sua mente, literalmente. E isso é possível graças a um fenômeno natural chamado estereoscopia. Apesar do nome complicado trata-se apenas da projeção de duas imagens, da mesma cena, em pontos de observação ligeiramente diferentes.

Basicamente a estereoscopia faz com que o seu cérebro, automaticamente, funde as duas imagens em apenas uma e,  nesse processo, obtenha informações quanto à profundidade, distância, posição e tamanho dos objetos, gerando uma ilusão de visão em 3D.

 Para que isso seja possível, no entanto, a captação dessas imagens não é feita de uma forma qualquer. Lembre-se que o efeito 3D é composto por duas imagens projetadas em pontos distintos. Logo, na captação, devem ser filmadas duas imagens ao mesmo tempo. Essa correção de enquadramento é feita por softwares específicos, em tempo real, que reduzem as oscilações na imagem, deixando a composição mais realista.

Fig. 3: Esteroscopia esquematizada
A câmera estereoscópica simula a visão do olho humano. Cada lente é colocada a cerca de seis centímetros uma da outra (já que essa é a distância média entre os olhos de uma pessoa). E nesse processo ainda devem ser controlados: o zoom, o foco, a abertura, o enquadramento (que deve ser exatamente o mesmo) e o ângulo relativo entre elas. Não é uma tarefa fácil ou que você possa fazer na sua casa. Até é possível, mas é um processo bem trabalhoso.

Um truque utilizado pela indústria é filmar através de uma lente e usar um espelho para projetar uma imagem deslocada em uma segunda lente. A imagem refletida é girada e invertida antes da edição do filme. E, por se tratar de um espelho, é preciso fazer ainda as correções de cores e brilhos necessárias para que não dê a impressão de imagens distintas.

E como isso é possível sem os óculos?

A grande sacada do efeito em 3D sem óculos está nas telas de cristal líquido. Quando combinadas lentes especiais (visores autoestereoscópicos) com a maior frequência de transição de imagens, o resultado é a projeção de uma imagem que é captada pelo olho humano como sendo em terceira dimensão.

Como explicamos, a projeção 3D simula a visão do olho humano e, por isso, tanto na captação quanto na projeção, é preciso duas imagens para simular os olhos esquerdo e direito e compor uma única imagem.  Na televisão 3D são geradas duas imagens simultâneas, que vistas através de uma lente no próprio cristal líquido, fazem com que o cérebro perceba apenas uma única imagem, criando a ilusão da terceira dimensão.

Os custos ainda são proibitivos e há muito a ser desenvolvido. Segundo especialistas, os efeitos por enquanto só são perceptíveis de maneira convincente em telas maiores do que 50 polegadas. Além disso, não basta ter uma TV em terceira dimensão é preciso que haja conteúdo sendo produzido também para esse formato. E aí entra em cena também a necessidade de popularização do Blu-ray, mídia que dá suporte a essa alta resolução necessária.

Para quem ainda tem interesse me conhecer um pouco mais sobre estereoscopia, segue um link de um site brasileiro que aprofundou um pouco mais no tema:
http://www.novacon.com.br/sistereo.htm

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Para descontrair um pouco...



Newton X Einsten

Chegando ao céu, Einstein é recepcionado por São Pedro, que o encaminha aos seus aposentos. No dia seguinte, ainda meio aturdido pelos últimos acontecimentos, sai para um passeio, caminhando calmamente pelos jardins envoltos por uma névoa fina e delicada. O lugar é tranquilo, com pouca gente circulando, todos com uma impecável veste branca.
- Parece que o céu não é um lugar muito povoado mesmo – pensou.

Mais adiante, ele avista um senhor sentado em um banco embaixo de uma grande árvore. Uma figura estranha, magro e com uma peruca branca de cabelos encaracolados e compridos. Einstein se aproxima e o cumprimenta.
- Está um lindo dia não?
- O senhor deve ser o famoso Einstein, estou certo? – respondeu secamente o senhor da peruca.
- Correto. Mas como sabia? – perguntou Einstein, surpreso.
- Foi Deus quem me falou ontem que você estava para chegar.
- Deus?
- E quem mais haveria de ser?
- Então podemos conversar com Deus, senhor, senhor…?
- Newton. Isaac Newton.
-Isaac Newton!!! Estou diante de Isaac Newton? Mas é uma honra!

Mas Newton pareceu estar aborrecido com Einstein e não retribuiu o elogio. E em seguida perguntou, em tom áspero.
- Então foi o senhor que minimizou a importância das minhas descobertas?
- Como assim, não estou entendendo… – respondeu Einstein, dissimulando.
- A mecânica newtoniana foi transformada em um caso particular, depois da sua teoria geral da relatividade.
- Puxa, sinto muito se o magoei. Não foi intencional. Sabe como é, a ciência tem que evoluir. Além do mais, cedo ou tarde alguém teria descoberto a mesma coisa.
- Você alterou totalmente o entendimento da gravidade. De onde você tirou aquela ideia de espaço curvo?
- Bem, eu…
- Deixe prá lá. Isso não tem mais importância. Mas eu tinha que falar. Estava engasgado.
- Aceita um mel? – perguntou Newton, tirando um potinho da sacola.
- Não obrigado! Mas a sua teoria é muito importante para a maioria dos casos.
- Obrigado. – e levantando-se com o potinho de mel nas mãos, diz – Agora tenho que ir para minha aula de harpa.

E antes que Einstein dissesse alguma coisa, Newton complementa.
- À tardezinha tem happy hour com Deus no jardim principal. Reunimo-nos todos os dias para jogarmos dados. Não quer ir?
- Mas Deus não joga dados! – exclamou Einstein, surpreso.
- Isto é o que você pensa! Aliás, é a única coisa que se pode jogar por aqui. Cartas é só lá embaixo. Sabe como é…
- À propósito. Ele me levou para dar uma espiadinha no futuro. Dois mil e pouquinho. Sua teoria está sendo muito usada lá. Utilizam para cálculos em telecomunicações, viagens espaciais, laboratórios de pesquisa e muito mais. Parabéns.
- Obrigado. – respondeu Einstein, satisfeito.
- Ah, já ia me esquecendo. Tem outra teoria que está fazendo muito sucesso por lá. Chamam de teoria das supercordas. E ao que tudo indica a sua teoria geral é um caso particular desta.

E, virando as costas, Newton se afasta, com um sorriso debochado no rosto, como a dizer – sua teoria também não é completa.
Einstein, encucado, observando Newton se afastar, exclama para si mesmo:
- Hum! Há séculos aqui e nem harpa aprendeu a tocar ainda.

Escrito por Belmiro Wolski e editado por Pedro Cornélio

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Vale a pena conferir!

Uma amiga minha, também professora, tem um blog destinado aos alunos dela...
A mulher, física, denominada Denise ou Dizza, é meio doida mas vale a pena dar uma olhadinha de vez em quando.... 
Quem pretende entrar em um colégio técnico é sempre bom pesquisar em mais fonte... e para quem quer aulas particulares, caso eu esteja ocupado (claro!), pode procurar para essa doida, que ela é muito fod... quer dizer inteligente! Segue abaixo o link para o blog dela:

http://dizzafisica.blogspot.com.br/

Ah! Foi ela também que deu a ideia do nome do blog, pois antes era Física na Veia que já era o nome de outro blog.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Ciência para Festa!!!

Está cansado daquelas cenas de festa, normalmente festa da família, em que fica sempre aquele marasmo todo? Para amenizar este problema, e possivelmente outros que sejam parecidos com este, o responsável por um canal no Youtube, chamado Richard Wiseman, ensina dez maneiras diferentes de entreter seus convidados com o simples uso dos seus conhecimentos na ciência. O vídeo, como dá para perceber, está em inglês, mas dei uma traduzida nas dicas para você não perder a diversão e poder acompanhar. Vamos lá?

1) Acenda uma vela e acenda um fósforo com ela. Depois, assopre e posicione o fósforo perto da fumaça da vela; você vai reacendê-la rapidamente como se fosse mágica.

2) Coloque cerca de 70 mL de água (ou cerca de 1/5 da capacidade) em uma latinha de refrigerante vazia e posicione-a como mostrado no vídeo. O peso da água vai permitir que a latinha gire de um jeito misterioso.

3) Coloque uma toalha leve e de pano sobre a mesa e posicione objetos pesados sobre ela. Lembre-se que forma como você puxa a toalha é que faz a diferença, puxe-a verticalmente para baixo e não horizontalmente.

4) Peça para alguém girar o pé direito em sentido horário e, com o indicador da mão direita, desenhar um seis no ar. O movimento do pé vai automaticamente mudar para o sentido anti-horário.

5) Adicione um pouquinho de vinagre branco e bicarbonato de sódio em um medidor. Espere a mistura abaixar, como mostrado no vídeo, e passe a vasilha sobre as velas, como se fosse derramar o líquido nelas. O fogo vai extinguir como num passe de mágica.

6) Diga para alguém colocar a mão sobre a mesa e mexer todos os dedos. Então, peça para a pessoa dobrar o dedo do meio e tentar novamente. Vai ser impossível deslocar o dedo anular.

7) Coloque um palito entre os dentes de dois garfos e posicione o palito sobre o seu dedo indicador, como mostrado no vídeo. Garfos que gravitam!

8) Esse truque é para os profissionais na arte de jogar bolinhas. Ao fazer a bola quicar no chão e bater na parte de baixo do tampo da mesa, você verá que ela volta exatamente para o lugar onde sua mão estava.

9) Simples e divertido: pegue uma nota, faça duas dobras onde estão o centro dos olhos da figura e pronto, você verá a imagem sorrir ou se enfurecer (sim, funciona com notas de real também, basta tentar).

10) Fixe um palito na caixa de fósforos (da maneira que for mais conveniente na hora), depois posicione outro palito e uma moeda como mostrado no vídeo e desafie um amigo a tirar a moeda sem mexer nos palitos. O truque está em acender o centro do fósforo que está colocado na diagonal.

E aí, gostou das dicas? Conhece mais algum truque de mágica interessante? Conte nos comentários!

E agora fica o meu desfio para vocês, conseguem explicar o fenômeno científico por trás de cada uma dessas brincadeiras?